Natividade Fotoclube

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Data da Fundação: 02/outubro/2010
Sede: Natividade - RJ
Blog: natividadefotoclube.blogspot.com/ 
 
 
 
 
DIRETORIA 
 
Presidente  
Ricardo Danilo Alves Filho
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Vice Presidente e 1º Secretário  
Douglas Moreira Fusco de Lima  
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2º Secretário  
Mariana Balduci Rezende  
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Diretor Financeiro  
Carla Abreu de Barros  
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1º Diretor de Arte, Fotografia e Eventos  
Félix Manoel da Silva Júnior  
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2º Diretor de Arte, Fotografia e Eventos  
Welton da Silva Mattos  
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OBJETIVO 
 
"Com o intuito de promover cada vez mais a arte da Fotografia em nossa região, através de cursos, palestras, exposições, foi fundado o Natividade Fotoclube em outubro de 2010 por pessoas que tem em comum uma paixão, a Fotografia." Ricardo Danilo
 
 
Sobre a cidade de Natividade - RJ

Santuário Diocesano de Nossa Senhora da Natividade

O desbravamento começou em 1821. No decorrer do ano de 1849, aconteceu a fundação do povoado de Natividade por Antonio de Lannes Dantas Brandão. Atendendo a um pedido de sua esposa, Maria Altina de Jesus Lannes, o fundador levantou um “Cruzeiro”, no local onde se situa o CLEN, invocando o nome de Nossa Senhora da Natividade por ser oito de setembro, festa litúrgica, católica, do nascimento de Nossa Senhora ou Natividade de Nossa Senhora, filha de Joaquim e Ana.

A história da Paróquia Nossa Senhora da Natividade, está mesclada com a história da colonização do município. Assim, também, aconteceu com toda colonização brasileira. A primeira coisa que faziam era plantar uma cruz, sinal da presença de Deus. Nessa época, o Poder Civil e Eclesiástico caminhavam juntos. Um justificava o outro. O poder civil legitimava suas ações de dominação, através do Poder Religioso. As colonizações e os desbravamentos eram feitos em nome de Deus, pois, os Reis se consideravam emissários de Deus.

A fundação do povoado e da Igreja, segundo o livro de Tombo da Paróquia, data do ano de 1821 – 1831. Nessa época, a Diocese de Campos não existia. Toda Região Norte e Noroeste Fluminense, pertencia a Diocese de Niterói, por ser um período em que a Igreja estava vinculada ao Estado. Quando um povoado era elevado à categoria de Freguesia, também, era legitimado pelo Estado a invocação do Santo Padroeiro.

A data de fundação da Paróquia, consta no “Decreto n.º 636 de 23 de agosto de 1853, no território que constitui o antigo 2.º distrito da freguesia de Santo Antônio de Guarus, do Município de Campos, o qual terá a invocação de Nossa Senhora da Natividade .” Esse decreto n.º 636 está citado novamente no decreto n.º 1944 de 14 de dezembro de 1861. Com as declarações desses decretos fica confirmado, historicamente, a criação da Paróquia Nossa Senhora da Natividade.

Em 1851 chegou, como cura, o Pe. Domiciano Félix da Assunção. Com a promulgação do Decreto n.º 636 de 23 de agosto de 1853, foi confirmado na função de Vigário, o Padre Domiciano.
No ano de 1856 começaram as obras da Igreja Matriz, no mesmo local da Igreja atual. As obras terminaram em 1867.

Sitio dos Milagres 

Foram em números de cinco e testemunhadas unicamente pelo médico, cujo reação às primeiras foi de espanto, e de indescritível emoção e perplexidade às seguintes. A terceira, devido ao aparecimento misterioso da pedra (Cefas), único fato visto e confirmado por cinco pessoas, foi a mais impressionante. Todas ocorreram a tarde e num só lugar. A primeira, que durou segundos, tendo Nossa Senhora apenas dito: “Não se assuste, volte” aconteceu a 9 de maio de 1967, quando ele se encontrava a sós, inspecionando a construção de um córrego na fazenda Coqueiro, propriedade de sua família. A segunda, de rápida duração também, e na qual Nossa senhora desapareceu sem dizer nada, sucedeu oito dias após, a 17 de maio estando ele em companhia do seu administrador Jerônimo Zuza, e do fazendeiro Anir Silva. Na terceira aparição, a 12 de julho do mesmo ano, Nossa Senhora ditou, em 10 minutos aproximadamente, a primeira e enigmática mensagem, tendo ele, a seu lado, a sua esposa, Maria Elisa, o médico Walter Novais, os fazendeiros Waldir Carvalho e Bartholomeu Barra e seu administrador, os quais, perplexos, viram, no final, o aparecimento da pedra nas mãos do médico. A 12 de julho de 1968, exatamente um ano depois da terceira aparição, e não obstante ter ele ido ao local, nesse período, mais de cem vezes, sobreveio a quarta mensagem, quando levou e mergulhou no regato a pedra misteriosa.
 
Nessa aparição, Nossa Senhora, ao ditar a segunda e longa mensagem, contendo uma frase para a qual pediu segredo, identificou-Se claramente. Ao término da mesma, que se prolongou por quase uma hora, um fato se deu: uma nuvem escura, isolada no céu claro, pairou sobre o local, deixando cair uma neblina, seguida de uma aragem, o que causou grande emoção na multidão ali comprimida.
 
A quinta aparição ocorreu 10 anos depois da terceira, a 12 de julho de 1977, e nela Nossa Senhora pediu para que a Cefas (pedra) fosse colocada na réplica de Sua casa de Éfeso no santuário, em Natividade, e que, quanto à frase sigilosa de sua 2a mensagem (4a aparição), Ela própria, breve, diria o que fazer. Ao afirmar que de Éfeso Ela foi levada ao encontro de Seu Filho no Reino de Deus, Nossa Senhora pôs um ponto final na controvérsia histórica quanto ao verdadeiro local de Sua Assunção.
 
Museu Solar D. Palmyra
O Museu Municipal Solar Dona Palmyra, foi fundada em 20 de junho de 1998, data esta maior da cidade, é dia de sua emancipação. Este foi um presente da comunidade ao Município, pois este estava comemorando seu 50° aniversário.
 
Carlos Fernando, mais conhecido como Py, foi uma das pessoas que encabeçaram esse projeto. Unindo na época ao Museu e Biblioteca Municipal Prof° Francisco Assis de Perreira.
 
CLEN - Clube Lírtero-Esportivo de Natividade
 
Tendo sua sede social aonde acontece shows e bailes semanais. E sua sede campestre com piscinas, campos de futebol, quadra de tênis, vôlei e basquete, quiosques para fazer churrascos, churrasqueiras na beira da piscina e praça de alimentação.