Clube do Fotógrafo de Caxias do Sul

 

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Correspondência: Rua Coronel Flores, nº 810 - 95.034-060 - Bairro São Pelegrino - Caxias do Sul -RS

Site: http://www.clubedofotografodecaxias.com.br/

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Flickr: www.flickr.com/photos/clubedofotografo/4442401689 

HISTÓRIA

Fundação: 25 de setembro de 1980

O Clube do Fotógrafo Amador de Caxias de Sul, fundado em 1980, passou a denominar-se Clube do Fotógrafo de Caxias do Sul, em dezembro de 2005, por decisão unânime da sua nova diretoria e seus associados.

"Nasceu de um núcleo inicial de quatro funcionários do Banco do Brasil e quando em seguida a notícia de um clube de fotógrafos amadores apareceu no jornal eu e mais algumas outras pessoas interessadas e entusiastas apareceram lá." 

Walter Brugger 


DIRETORIA 

Presidente - Carlos Gandara -  O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  

Vice Presidente -  Adriano Soldatelli -   O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  

Diretor de Fotografia - Fabrizio Brustolin -   O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  

Diretor de Comunicação -  Fabio Grison  -  O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  

Diretora Social  - Márcia Dall'Ago -   O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  

Diretor Financeiro  -  Afonso Cesa Neto -  O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Secretária Geral -  Carla Tessari -   O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  


 

 

NOTÍCIAS

14/05/2012

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27/09/2010
Matéria publicado, em 27 de setembro de 2010, no site Pioneiro

Condicionamento do olhar

Fundação do Clube do Fotógrafo, há 30 anos, é um marco no cenário cultural de Caxias do Sul

Desde cedo reconhecida como polo industrial, Caxias nunca havia sido vista como campo fértil para a arte da fotografia até o dia 25 de setembro de 1980. Na época, predominava uma interpretação mais comercial da atividade, voltada para cobertura de casamentos, retratos de família e serviços publicitários. Foi a partir da fundação do Clube do Fotógrafo de Caxias do Sul (CFCS), que celebra 30 anos neste sábado, que a produção e a apreciação de imagens ganharam critérios estéticos e críticos, tornando a entidade um marco na cultura local.

A origem da instituição está vinculada ao interesse comum de um grupo de amigos. Paulo Valiati, Névio Briani, David Milani e Joel Jordani, funcionários do Banco do Brasil, idealizaram um clube que evidenciasse a fotografia. As primeiras trocas de ideias aconteciam em reuniões informais. Um dos pontos de encontro era a loja de material fotográfico Studio Geremia, onde o gerente Aires Batistel testemunhou parte dos anseios dos iniciantes. A ele e aos demais curiosos pela arte juntaram-se Aldo Toniazzo, Paulo Valiati, Severino Schiavo, Duval Ravizzon e Jairo Bezerra, formando a primeira diretoria do CFCS e inaugurando uma nova e atraente dimensão para a fotografia caxiense.

Conforme Batistel, hoje aos 51 anos, de imediato o clube mostrou sua proposta conceitual em eventos como concursos e mostras fotográficas. Com o tempo, Caxias foi projetada no âmbito nacional e no Exterior. Associada à Confederação Brasileira de Fotografia e Cinema, a instituição deu visibilidade a obras de Walter Brugger, Mauro Peregrina, Severino Schiavo, Aldo Toniazzo, Ary Trentin, Luciene Marin, Luis Geraldo Melo, Germano Schüür, entre outros. Internamente, a programação estimulava o juízo crítico entre seus membros por meio da escolha da foto do mês e das discussões relativas ao universo da linguagem fotográfica e às novidades do mercado.

O clube, aliás, foi responsável por difundir na cidade muitos dos avanços tecnológicos vistos hoje nessa arte. No início, os associados se limitavam à técnica de fotografar com filtros e a utilizar pequenos truques. Uma das dificuldades eram as restrições do governo à importação de máquinas profissionais. Batistel recorda que, no início dos anos 1980, as câmeras da marca Praktica, de fabricação alemã, eram as únicas monoreflex disponíveis no mercado. Em 1983 a Yashica lançou a FXD, montada no Brasil.

Com a abertura das importações, na década de 1990, os fotógrafos caxienses tiveram acesso ao que é produzido no Exterior e entraram na era digital. Passaram a utilizar recursos sofisticados e a contar com o auxílio de programas de edição gráfica, como o Photoshop. Paralelamente, porém, o clube enfrentou adversidades administrativas. A dificuldade de gerenciar um patrimônio sem ter receita satisfatória preocupava os integrantes. Os recursos obtidos das mensalidades não supriam as demandas de aluguel de um imóvel e a manutenção da estrutura. A situação fez com que, em 1998, a instituição deixasse de operar.

A retomada das atividades aconteceu em um ambiente totalmente diferente. A popularização da fotografia digital permitiu que, em 2006, a entidade abraçasse uma animada geração de promissores talentos. Esse novo momento é retratado com entusiasmo pelo atual presidente, Adriano Soldatelli, 45. Entre as ações, ele salienta o êxito da 26ª Bienal de Arte Fotográfica Brasileira em Preto e Branco. Em parceria com a Confederação Brasileira de Fotografia (Confoto) e a Secretaria Municipal de Cultura, o evento foi instalado em Caxias do Sul no início de junho. Após avaliar 2.094 imagens enviadas por 39 fotoclubes do país, a programação exibiu 120 trabalhos na Galeria de Arte Gerd Bornheim.

A solenidade de premiação da 26ª Bienal mostrou o potencial do CFCS para projetar o nome de artistas amadores. Durante o discurso de Sidney Luis Saut, presidente da Confoto, um dos personagens reverenciados foi o do médico caxiense Walter Brugger, presente na plateia. Seu nome foi lembrado pelas inúmeras premiações conquistadas e pelo título de Artista da Federação Internacional de Arte Fotográfica (Afiap).

Soldatelli lista ainda projetos como a Fotografia na Parada, iniciativa urbanística compartilhada com a prefeitura que possibilitou expor obras dos associados em três terminais de ônibus. A caminhada fotográfica foi uma das últimas incursões coletivas, em que os participantes captaram os cenários da zona central de Caxias do Sul.

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RONI RIGON 

Fonte: http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/rs/impressa/11,3051369,157,15571,impressa.html 

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27/09/2010
Artigo publicado no blog Luiz Erbes Blog em 26 de setembro de 2010

Foi numa quinta-feira à noite, no começo da primavera de 1980, em que seis pessoas se reuniram pela primeira vez, na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB). Definiram princípios e deram início ao Clube do Fotógrafo de Caxias do Sul, que festeja, no próximo dia 25 deste mês, os 30 anos de fundação. Um jantar no restaurante Colina Grill vai celebrar as três décadas do Clube.

A primeira reunião, segundo registro em ata, foi realizada às 20h do dia 25 de setembro de 1980, na sede da AABB. Estavam presentes Névio Briani, David Cesa Milani, Severino Júlio Schiavo, Joel Jordani, Jairo Nunes Bezzera e Paulo Valiati, todos funcionários do Banco do Brasil. Após o primeiro encontro, os integrantes decidiram marcar reuniões semanais.

No quinto encontro, em 24 de outubro, outras sete pessoas, que também adotaram a ideia, foram incluídas como membros fundadores do Clube. São eles: Aires Battistel, Alceu Wanderlei Valim de Lima, Aldo Toniazzo, Ary Nicodemus Trentin, Duval Ravizzon, José Raul Castilhos e Sérgio Simon Moschen. Na reunião, Névio Briani, já falecido e pai da rainha da Festa da Uva de 1996, Cristina Briani, foi eleito o primeiro presidente do Clube.

Com o passar dos meses e anos, outros fotógrafos, amadores e profissionais, se associaram ao Clube, participando das reuniões semanais, para discutir formas de aprimorar técnicas, e de concursos de fotografia na cidade, Estado e país. Desde o começo, associados do Clube do Fotógrafo colecionam troféus e menções honrosas nesses concursos Brasil afora.

Nessas três décadas, o clube também enfrentou dificuldades. No final dos anos 90, chegou a encerrar as atividades, mas retornou em 2005. “A volta se deve a Confederação Brasileira de Fotografia, que esteve em Caxias do Sul especialmente para a reativação do clube”, conta Aldo Toniazzo.

A ideia dos fundadores se mantém viva hoje. Com reuniões semanais na sede do Clube, no Moinho da Estação, os associados assistem a palestras, participam de reuniões técnicas e submetem fotos para os concursos internos realizados mensalmente. Além disso, o Clube prepara saídas de campo, organiza exposições e eventos (a última Bienal Brasileira de Arte Fotográfica foi realizada em Caxias do Sul, com recorde de participantes).

“O Clube é um ambiente para se discutir fotografia”, afirma o atual presidente da entidade, Adriano Soldatelli, que comanda, sempre as terças-feiras, as reuniões semanais no Moinho da Estação. “Fazemos fotografia sem segredos, aqui nós dividimos o conhecimento.”

Há três décadas no clube

Dos fundadores, Aldo Toniazzo é um dos sócios que permanece conectado ao dia-a-dia do Clube do Fotógrafo de Caxias do Sul. Participa dos encontros semanais, nos quais divide o conhecimento acumulado como fotógrafo amador, e inscreve-se rotineiramente nos concursos, organizados pelo próprio clube, por entidades e secretarias de turismo.

“O Clube é ótimo para os fotógrafos, porque existe a troca de conhecimento, que leva ao crescimento e ao aprimoramento”, afirma. Toniazzo diz que, após a reativação do clube em 2005, após sete anos de inatividade, essa troca de experiência o ajudou a crescer como fotógrafo. “Notei essa diferença. Hoje, tento me aperfeiçoar cada vez mais.”

Outro associado que participa do clube há 30 anos é Walter Brugger. Sócio desde novembro de 1980, Brugger ingressou no clube assim que soube de sua formação por um grupo de bancários do Banco do Brasil. “Quando a notícia saiu no jornal, fui lá na reunião. Apareceram outras pessoas também”, conta o fotógrafo.

Brugger, que sempre exibe o seu bom humor nos encontros semanais no Moinho do Estação, diz que o Clube ajudou no desenvolvimento dos fotógrafos em Caxias do Sul. “Quando o Clube foi fundado, era frequentado por pessoas que tinham a fotografia como hobby. Alguns dos que entraram como amadores posteriormente se tornaram profissionais”, afirma, citando Joel Jordani e Júlio Schiavo.

Com 85 anos, Walter Brugger diz que continua aprendendo novidades sobre fotografia no Clube, mas essa não é a única razão que o leva a frequentar as reuniões semanais e a integrar saídas de campo. “Quando você chega a esse idade, em que vários amigos já foram para o espaço, o Clube se torna um lugar em que você conhece novos camaradas, faz novos amigos.” 

Fonte: http://luizerbes.wordpress.com/

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